Nesta história do Grupo Jerónimo Martins e da Holanda, seria, de facto, de espantar se não aparecessem os moralistas e pseudo-patriotas do costume. Como se eles próprios, tendo essa possibilidade, negassem uma sede na Holanda para as suas PMEs e as suas inegáveis vantagens fiscais. Como se eles próprios não fossem capazes de colocar as suas poupanças, à primeira oportunidade, em Holandas, Alemanhas, Suíças e Ilhas Caimão. Assim tivessem eles a envergadura de um Grupo Jerónimo Martins e soubessem como se faz.
1 comentários:
Por muito patriota que se seja, factos são factos. Se queremos atrair e fixar investimento há que por os olhos em países que oferecem condições mais vantajosas. Ninguém anda aqui por caridade. É a vida.
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