Domingo, 29 de Janeiro de 2012


Comprei provavelmente dos últimos bilhetes para o espectáculo. Fi-lo por impulso, embora goste incondicionalmente de Abrunhosa. Do concerto de ontem à noite, guardo metade do tempo a conter as lágrimas e a outra metade a segurar-me na cadeira para não saltar e começar a dançar*. Foram 3 horas com aquele homem no palco (saído de mais 2 concertos em menos de 24 horas), com música, com poesia, com intervenção social e com muita garra. Este homem não é um homem, é um vício.

*Excepto em Rei do Bairro Alto, perdoem-me os mortos-vivos que me flanqueavam, assim como 99,5% do Coliseu que se manteve sentado. Eu dancei, cantei e fui feliz.

3 comentários:

Layanne Eduarda disse...

Um amigo apresentou-me uns vídeos, gostei imenso dele. :)

Layanne Eduarda disse...

Gosto da tua frase ao final. :):)

Caetana disse...

Layanne Eduarda,

Gostava muito que a última frase fosse minha, mas, na realidade, é apenas um reajustamento de um verso com o qual o concerto termina "Esta cidade não é uma cidade é um vício" (Jorge Sousa Braga)... :)

Em relação ao trabalho do Pedro Abrunhosa, acho que ou se ama ou se odeia, mas não se fica indiferente. Eu adoro Abrunhosa desde a adolescência, não há como escapar!